A sensatez é o que nos impede de avançar

A sensatez acaba com ideias potencialmente boas valendo-se de argumentos que mostram Paul-Lembergo que costumava funcionar e a opinião de alguém que fazia sentido anos atrás.

Por mais insensato que pareça, parta do pressuposto que todas as suas ideias são possíveis e que basta descobrir como fazê-las funcionar.

Considere o seguinte: conquistas extraordinárias começam com ideias extraordinárias e encontram realização em ações extraordinárias. Pense nesta palavra por um minuto – extraordinária. Vamos separar os seus radicais formando duas outras palavras “extra” e “ordinário”. Não “extra” no sentido de mais, mas do latim “extra”, que significa “além, fora de, superior a(o) ordinário. É isso que querermos dizer com insensatez.

Envolve esperar a excelência nas pessoas porque isso atende aos interesses de todos. As pessoas guardam seus ases na manga, a espera da melhor hora de usá-los

A maioria das pessoas não pede o que realmente precisa e por isso não recebe o que quer. Peça dos outros mais do que o esperado; isso vai forçá-los a ir além do que achavam que tinham condições de ir.

Insensatez envolve agir diante da possibilidade de grandes conquistas sem se preocupar com a probabilidade de sucesso.

Trabalhar ininterruptamente até o tanque esvaziar é para tolos e lerdos.

Tenha medo. Se não tiver medo, não está fazendo nada que valha a pena.

Ser insensato envolve quebrar regras, mas não se trata de criar novas regras. Não quebre as regras antigas só para substituí-las por novas regras. Quando as novas regras se tornarem simplesmente “regras”, também o prenderão, exatamente como as anteriores. Se precisar, crie indicações, diretrizes e sinais. Tudo, menos regras.

O ato de reiniciar oferece a oportunidade de se desprender de padrões que limitam ideias e pensamentos.

Se a sua vida dependesse dito, até onde você iria? Quantos “não” você aguentaria? Quantos fracassos suportaria?

Pessoas insensatas “agem”, sem considerar os custos de “agir”. Quando sua vida depende disso, o custo não importa, não é mesmo?

George Bernard disse de forma eloquente na peça A profissão de Sra. Warren – As pessoas estão sempre culpando as circunstancias pelo que são. Não acredito nas circunstancias. Quem consegue vencer neste mundo são as pessoas que procuram as circunstancias que desejam e, se não conseguem encontra-las, criam-nas.

imagine ser guiado pelos nossos

A definição insensata de estratégia é: Selecionar e organizar recursos potencialmente escassos para melhor alcançar seus objetivos mais importantes.

Assim que tomamos conhecimento de algo, podemos aprender mais. Mundos inteiros tornam-se disponíveis. Assim que decidimos que essa coisa, visão ou proposito se tornou nosso destino, tudo se destaca em alto relevo, tornando-se perceptível para que seja usado de forma vantajosa.

O primeiro passo é converter “eu não sei” em “eu ainda não sei” seguido de “logo saberei”. Essa transformação nos permite vencer.

Mas é isso que fazem os insensatos: eles fazem coisas que não são feitas “desse jeito”. E sabem que ótimos resultados não acontecem condescendendo com as preocupações de terceiros sobre o que é comum e regular.

Uma das lendas mais extraordinárias que cercam Merlin é que ele começou sua vida velho e ficava cada vez mais moço. Isso o tornava um feiticeiro perfeito, porque tudo que estava no “futuro” era, na verdade, parte do passado de Merlin. Esse enfoque recebe o nome de Merlin porque ajuda a formular um plano de ação analisando inicialmente o fim do processo. Merlin é usado para criar um plano partindo do final para o começo. O Método Merlin funciona permitindo que “vejamos” os resultados da Estratégia da Possibilidade.

Em vez de desenvolver uma ideia que aumentaria a eficiência do departamento em 8000% eles pensam em soluções que aumentam a eficiência em 10 ou 5%. Esses pequenos aumentos parecem razoáveis, e ninguém se prejudica por sugeri-los. Um aumento grande demais pareceria insensato. Como são pessoas razoáveis, nem pensam nisso.

Pare PaulStanding-225pxde estabelecer metas com base no que você considera ser possível. Não se preocupe com o fracasso. A menos que sua empresa seja negociada em Bolsa, ninguém vai puni-lo por não atingir seus objetivos. Leve a sério a velha máxima de que o céu é o limite.

Baseie seu futuro em seus sonhos

Os planos são considerados sagrados, e dizem que é um indicador de forte liderança ter perspicácia suficiente para saber o que vai funcionar e o que não vai. Essas empresas estão se concentrando em “como” realizar algo em vez de pensar no “que” é feito e em “porque” o é. Estão cometendo o clássico erro de considerar táticas e planos primordiais, em oposição a buscar uma visão e seus resultados.

“Tática” é “um procedimento ou conjunto de manobras usadas para alcançar determinado objetivo, uma meta ou fim. A tática não se confunde com a meta em si, embora muitos empresários considerem assim.

Mas a tática não pode ser verdadeira no sentido abstrato. Precisa ser verdadeira para você e gerar os resultados desejados. Se não for assim, é necessário mudar rapidamente seu enfoque. Se você não estiver alcançado seus objetivos, isso não significa que eles são ruins; simplesmente mostra que sua tática não está funcionando.

Para sermos insensatos, procuramos descobrir quais são os limites que restringem o comportamento normal e aceitável, e deliberadamente damos um passo além. Nada muito desmedido. O empresário insensato sequer considera a existência de limites. Não se trata de quebrar as regras. Envolve abandoar o conceito de que existem regras.

A maior limitação ao pensamento é a existência de regras.

As regras só são boas quando geram resultado que sustentam as metas e os objetivos da empresa. Caso contrário, são regras ruins. Esta é a única verdadeira avaliação de uma regra: segui-la levará a empresa mais perto de alcançar seus objetivos e metas? Se não for o caso, trata-se de uma regra ruim, e deve ser abandonada.

Criar suas próprias regras permite que você seja o melhor

Os líderes em geral ficam mais a vontade em quebrar as regras do que seus subordinados. Na verdade, em boa parte, isso explica porque são líderes. Encoraje sua equipe a questionar as regras que não estão favorecendo as metas da sua organização. Por si só, isso os ajudará a torna-los líderes.

Só porque quebramos as regras não significa que somos gênios ou inovadores. Quebrar as regras pode não gerar resultados valiosos. Por outro lado, os avanços só acontecem quando quebramos regras. Faz parte de sua definição.

Quando não conseguimos nada, precisamos sair dos nossos modelos de pensamento existentes e desenvolver um novo enfoque. Uma maneira simples de alcançar isso é fazer uma lista de tudo que estamos fazendo, pensando e acreditando no momento, e invertê-la. Agora, podemos usar essa ideia invertida como ponto de partida para novas ideias.

As pessoas sensatas dimensionam suas aspirações de forma proporcional ao que podem sentir ou imaginar. Talvez de forma mais limitadora, esse dimensionamento seja ditado pelos que acham que os outros perceberão como normal. Os sensatos não querem ser criticados por ter visões grandiosas ou pretensiosas.

As pessoas insensatas invertem esses números e passam 80% do tempo definindo o problema e bolando uma solução. Os outros 20% gastos com a mecânica da coisa são muito mais eficazes.

Você pode controlar sua forma de pensar fazendo as perguntas certas. SE quiser ter ideias insensatas, faça perguntas insensatas que exijam respostas insensatas. É fácil assim.

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Os medos errados são aqueles que fazem você afastar da sua visão. Esses são os sentimentos que fazem você congelar no caminho e o impedem de agir. É fácil saber a diferença. Os medos que o fazem agir, em geral, são bons; aqueles que o paralisam, em geral, são rins. Você precisa descobrir o que está causando esses medos “ruins”, aqueles que o tornam menos eficaz.

Seja insensato: não corte seus preços. Descubra maneiras de mantê-los elevados oferecendo um valor excelente aos consumidores.

Realizar bem as coisas dificilmente resultado em uma experiência de aprendizado, e para a maior parte das pessoas somente poderá perpetuar o que já se sabe que funciona.

Os programas formais, como “O Erro do Mês”, que estimular a experimentação entre os empregados, são fortes indícios de que é valido arriscar.

As afirmações insensatas estimulam as pessoas a agir. Nós nos envolvemos com a grandiosidade da ideia; é por isso que as afirmações funcionam. Pequenas ideias raramente mobilizam alguém para a ação – riscos menores, recompensas, menores, diz o ditado – e ideias pequenas não impulsionam as pessoas o suficiente para que algo interessante aconteça. Mas afirmações fora do comum e que não pareçam impossíveis podem estimular uma equipe e fazê-la se mover.

Nossos usuários são como nosso conselho administrativo. – Chrus Knight

Sacrifício significa abandonar algo de valor por outra coisa com um valor ainda maior.

Mas as organizações comprometidas em obter resultados extraordinários estão acostumadas com isso. A dor é algo que simplesmente acontece quando seu sistema experimenta algo diferente do costume, e como resultado, o sistema nervoso pensa que algo está errado. A dor é inevitável.

A dor não é ruim. É uma indicação de que algo aconteceu de modo diferente do que você esperava, e a dor é o aviso para descobrir se tudo está funcionando bem. Algumas vezes, a dor significa uma coisa ruim, e pode ser o resultado de uma de suas ações insensatas que não deu certo. Se houver algo errado realmente, conserte.

A estratégia coloca você dentro de campo, mas é a execução que paga as contas – Gordon Eubanks

Não há preparação, planejamento ou estratégia no mundo capaz de gerar resultados sem que você efetivamente a coloque em execução.

Em segundo lugar, os executivos e empresários acreditam que o trabalho prático é exercido de forma mais lucrativa pelos subordinados. Quando os executivos consideram o valor do seu tempo ou de sua capacidade de contribuir para determinado conjunto exclusivo de habilidade, pode facilmente parecer que o trabalho de execução é para os menos graduados. Conheço vários empresários que creditam seu sucesso ao distanciamento completo da linha de execução. No final das contas, os níveis da diretoria das empresas, de qualquer porte, não só não se concentram na execução, mas se afastam completamente dela. Afinal de contas, os principais gerentes pensam que seguir o plano deve ser fácil, uma vez que a parte mais difícil de planejamento já foi realizada. Os líderes acreditam que, se souberem dizer as pessoas que elas devem fazer a coisa certa, isso será feito evidentemente, todos sabemos em nossos corações que nada poderia estar mais longe da verdade.

Não só as responsabilidade pela execução são mantidas separadas, mas isolar a estratégia da execução também tem o efeito de excluir os executores do processo de estratégia, o que muitas vezes resulta em estratégias que não podem ser realmente executadas. Essas estratégias são criadas em um ambiente carregado com “não seria incrível se…” sem considerar se a organização é capaz de realiza-lo ou não. Essas estratégias não são insensatas, são impossíveis.

A responsabilidade insensata – desenvolver o tipo de organização em que as pessoas assumem compromissos e é esperado que esses sejam honrados.

As burocracias ultraconservadoras são conhecidas por tolerar a baixa produtividade. Empresas inovadoras voltadas para alcançar resultados extraordinários não podem se dar a esse luxo.

Exija muito das pessoas e recompense-as publicamente por cumprir as metas.

Na Roma antiga, os engenheiros tinham uma tradição de responsabilidade final. Diz a lenda que após içar a cimalha e após a conclusão de um arco os andaimes, eram removidos ainda com os engenheiros embaixo do arco. Com isso, correndo risco de vida, eles demonstravam que seu trabalho era bom e confiável.

Outro fenômeno bem vindo é a formação espontânea de uma “zona sem lamentações”.

Se precisar dever um favor a alguém, que seja um favor muito grande.

Você já sabe que as grandes estratégias, do tipo que resultam de estratégias insensatas da possibilidade, requerem grandes ações. Isso significa que, se estiver comprometido com sua empresa em qualquer tipo de ação, pedidos pequenos não conseguirão resolver o problema. É preciso pedir muito. A única maneira de fazer com que grandes coisas aconteçam é aumentar o valor da aposta e fazer com que seus pedidos sejam os mais insensatos possíveis.

Assim como fazer pedidos formais não é uma atividade normal para a maioria das pessoas nas empresas, os pedidos insensatos são duplamente anormais. Fazer pedidos insensatos exige coragem. Algumas pessoas ficarão chocadas. Outras podem ficar irritadas. Se o que deseja alcançar for suficientemente importante, dar uma boa sacudida nas pessoas não fará mal algum. Se tiver imaginado o resultado que deseja alcançar, fará pedidos que criem esse resultado.

Qualquer que seja seu pedido, peça mais. Qualquer que seja o prazo necessário para alcança-lo, peça antes. Qualquer que seja o valor que estiver disposto a pagar, peça que seja de graça – ou como presente. Você já entendeu a ideia. O avanço da sua empresa será diretamente proporcional ao tamanho dos pedidos por isso, para que o avanço seja rápido, os pedidos precisam ser grandes. É preciso fazer pedidos insensatos. Faça pedidos grandiosos. Peça mais. Peça mais rápido. Peça mais barato. Qualquer que seja seu pedido, amplifique-o.

Pegue um bloco pautado, divida a pagina ao meio e numere as linhas de 1 a 10. Na coluna da esquerda, escreva “pedidos sensatos que eu iria fazer”, e na coluna direita escreva “Os mesmos pedidos, só que insensatos”. Agora, simplesmente preencha as linhas em branco. Por exemplo, seu pedido sensato pode ser “Bill, preciso disso para sexta-feira”.

Talvez a maior barreira a insensatez seja a voz da razão.

O trabalho aumenta a fim de preencher o tempo disponível para sua conclusão.

Porque inevitável não significa que é necessário, quando você consegue cortar os prazos e a necessidade de recursos, todo mundo encontra um jeito de fazer mais com menos. As pessoas serão forçadas a trabalhar de forma mais eficiente. A engenhosidade necessária gerará soluções mais sólidas. A criatividade será estimulada.

O acrônimo em inglês SMART (especifico, mensurável, alcançável, relevante e temporal) foi desenvolvido como uma lista de elementos que tornam uma meta eficaz. Dê a alguma uma meta smart, juntamente com acesso aos recursos necessários, e é mais provável ela a alcance do que se receber as instruções vagas ou não especificas.

As pessoas razoáveis temem não conseguir alcançar suas metas, especialmente se forem metas agressivas que as tirem de sua zona de conforto. Elas sabem que existe um risco quando não cumprem determinado prazo, ou quando não alcançam determinada medida, ou qualquer outra coisa – e consideram o fracasso uma perda. É sensato evitar o fracasso, não é?

Os lideres insensatos deixam que todos saibam que não atingir determinada meta não é necessariamente um fracasso, desde que um progresso significativo seja alcançado. Fracassar significa não fazer professo algum. O fracasso é não agir.

A excelência surge quando o trabalho é concluído de forma superior.

Talvez a linha que separe ideias insensatas de ideias ridículas esteja onde o pensamento ficou de lado ou sequer foi usado.

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