O livro Blitzcaling do Heid Hoffman (criador do Linkedin) e do Chris Yeh é para dar um empurrão na ousadia, principalmente a digital. A ideia é assumir risco bem altos, e saber como fazer isso. O livro é bacana, tem bons exemplos, no entanto, como na maioria dos livros desse tipo de autor, muito voltado a realidade dos USA com acesso ao capital de investidor fácil e levantamento de dinheiro para queima, mas ainda assim, tem dicas boas.

Lembrando que se tiver dicas de livro ou quiser trocar ideias sobre livros só me chamar no insta @brunomrperin

Abaixo as melhores partes:

Quando uma startup se desenvolve até o ponto em que tem um produto arrebatador, um mercado considerável e definido, e um canal de distribuição robusto, torna-se uma scale-up

A inovação tecnologia sozinha não produz uma empresa prospera.

Marshall Goldsmith – o que o trouxe até aqui não o levará até lá.

“empreendimento” – referimo-nos simplesmente a como a empresa ganha dinheiro ao adquirir e atender a clientes.

No google, lary page criou algoritmos de busca assombrosos, mas foram as inovações no modelo de negócios nesses mecanismos – especificamente considerando a relevância e o desempenho ao exibir anúncios em vez de alugar espaço para o maior lance – que impulsionaram seu enorme sucesso.

Hoje, tantas tecnologias estão disponíveis como serviços, que são sob demanda e passiveis de integração, que a tecnologia em si não é mais um grande diferenciador. Descobrir as combinações certas de serviços para colocar em um produto inovador tornou-se o grande diferencial

O segundo fato de crescimento necessário para um empreendimento escalável e consistente é a distribuição. A triste verdade é que um bom produto bem distribuído quase sempre domina um excelente produto mal distribuído.

Lembre-se de que a inovação tecnológica propicia a inovação no modelo de negócio

Burn rate – a quantia de dinheiro que a empresa consome mensalmente para fazer a folha de pagamento, pagar o aluguel e assim por diante.

Se seu Market fit não estiver adequado seu modelo de negócios ainda não funcionar ou se as condições do mercado não forem apropriadas para o hipercrescimento, o blitzcaling prematuro será um doloroso “blitzfalha”

É importante não confundir massa cirtica com vantagens de pioneirismo, inovar em um mercado rende gratificações por ser um visionário de produtos; mas se você não for, tamém, o primeiro a escalar, acabará com um nota de rodapé em um artigo da wikipedia sobre seu concorrente que fez isso.

Se uma decisão é baseada em opiniões, minha opinião vence – Jeff Bezos – No entanto, os dados superam minha opinião, então traga dados.

Tenha em mente que você deve se sentir incomodado com seu lançamento preliminar – não envergonhado ou culpado! O desejo pela velocidade não é uma desculpa para evitar curvas perigosas. Se você sofre com ações judiciais ou gasta dinheiro sem aprender, significa que você lançou cedo demais. O motivo para lançar seu produto cedo é aprender mais rápido possível; mas esse aprendizado é inútil se você não tiver a chance de consertar. Se o seu produto explodir e matar alguém, você provavelmente não terá outra chance. O primeiro lançamento do Linkedin ficou aquém de nossas expectativas, mas não gerou qualquer dano. Antes de lançar seu produto, saiba o que quer aprender e quanto risco pode correr sem lesar seus clientes ou sua reputação. Empreendedores têm que andar em uma linha tênue entre falhas corrigíveis e fatais.

As primeiras lições podem não estar no que os clientes dizem, mas no que fazem.

Quando comentários e dados empíricos de usuários se contradisserem, ouça os dados. As pessoas geralmente são ruins em prever sua reação a mudanças.

Joseph ansanelli – As coisas para as quais você diz “não” são mais importantes do aquelas para as quais diz “sim”.

Brian chesky – cultura é uma orientação comum para agir

Quanto mais você fortalecer sua cultura, menos terá que direcionar o comportamento das pessoas com regras rígidas.

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